Como todo cinéfila, também tenho uma lista de filmes que marcaram a minha vida.
A magia de cinema faz com que guardemos na memória cenas e/ou diálogos que nos emocionarâo para sempre.
Aqui fica a minha lista, e provavelmente esquecendo-me de algum filme mais importante do que os que aqui vou por:
01. Cabaré
02. O Poderoso Chefão 2
03. Amadeus
04. O Último Imperador
05. Rain Man
06. Conduzindo Miss Daisy
07. A Lista de Schindler
08. A Vida é Bela
09. Uma Mente Brilhante
10. Nosso Lar
11. Chico Xavier
12. Cinema Paraíso
13. Rosa Púrpura
14. A Grande Valsa
15. Irmão Sol, Irmã Lua
16. Dança com Lobos
17. O Pequeno Buda
18. Contatos Imediatos de Terceiro Grau
19. Torrest Gump
20 O Clube dos Poetas Mortos
Gramática - Ortografia - Exercícios - Redação empresarial/oficial - Literatura - Dicas - Curiosidades
quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
VIAJE NESTA IDEIA !!!!!!
O Prazer da Leitura
Ler é um verbo mágico e maravilhoso. Quando criança, viajava no mundo encantado de Monteiro Lobato e dos contos de fada lidos por minha mãe. Na adolescência, com a ajuda carinhosa de tia Lívia, conheci Érico
Veríssimo que durante muito tempo foi meu autor de cabeceira.Vivi também a fase da devoradora de todos os tipos de livros que caíssem em minhas mãos.
Passa uma tarde na companhia de um bom livro me dá um prazer indescritível. Durante a leitura perco a noção do mundo a minha volta. Meus filhos sentem ciúme desta minha paixão pelo livros que me deixa surda às pereguntas deles.
No 2° grau fui apresentada às minhas futuras paixões : Machado de Assis, Eça de Queiroz, Fernando Pessoa, Jorge Amado, Cecília Meireles, Clarice Lispector e outros.
Acho que ao longo de todos estes anos, tudo o que eu li foi encontrando um lugar dentro da minha mente e toda esta informação, de uma forma ou de outra, foi se recombinando, me auxiliando a formar uma visão de mundo e facilitando a minha compreensão de muitas coisas.
Viaje comigo nesta ideia, leia muito e leia o que você gosta.
DICAS DE LEITURA
01. A Cabana
02. A Senhora do Jogo
03. Chico Buarque- Histórias de Canções
04. A Menina que roubava Livros
05. O Caçador de Pipas
06. O Código Da Vinci
07. Se Houver Amanhã
08. The Secret
09. Nada Dura para Sempre
10. Anjos e Demônios
11.Catadores de Conchas
Ler é um verbo mágico e maravilhoso. Quando criança, viajava no mundo encantado de Monteiro Lobato e dos contos de fada lidos por minha mãe. Na adolescência, com a ajuda carinhosa de tia Lívia, conheci Érico
Veríssimo que durante muito tempo foi meu autor de cabeceira.Vivi também a fase da devoradora de todos os tipos de livros que caíssem em minhas mãos.
Passa uma tarde na companhia de um bom livro me dá um prazer indescritível. Durante a leitura perco a noção do mundo a minha volta. Meus filhos sentem ciúme desta minha paixão pelo livros que me deixa surda às pereguntas deles.
No 2° grau fui apresentada às minhas futuras paixões : Machado de Assis, Eça de Queiroz, Fernando Pessoa, Jorge Amado, Cecília Meireles, Clarice Lispector e outros.
Acho que ao longo de todos estes anos, tudo o que eu li foi encontrando um lugar dentro da minha mente e toda esta informação, de uma forma ou de outra, foi se recombinando, me auxiliando a formar uma visão de mundo e facilitando a minha compreensão de muitas coisas.
Viaje comigo nesta ideia, leia muito e leia o que você gosta.
DICAS DE LEITURA
01. A Cabana
02. A Senhora do Jogo
03. Chico Buarque- Histórias de Canções
04. A Menina que roubava Livros
05. O Caçador de Pipas
06. O Código Da Vinci
07. Se Houver Amanhã
08. The Secret
09. Nada Dura para Sempre
10. Anjos e Demônios
11.Catadores de Conchas
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
sábado, 13 de novembro de 2010
REDAÇÃO OFICIAL
A moderna comunicação oficial
Curso fechado para os funcionários da COELBA
Período : 16 a 19 de novembro de 2010
O curso de Redação Oficial propõe uma maior eficácia na produção dos textos oficiais. Essa nova proposta reforça a importância da estruturação das idéias, da coerência e da coesão textual, sem subestimar, no entanto, a importância das regras e diretrizes gramaticais.
O curso de Redação Oficial tem como objetivo aprimorar as habilidades necessárias à redação do texto oficial, que, como bem se reconhece, vai além do simples uso de fórmulas prontas. Mais do que apenas aplicar as regras gramaticais, uma boa redação oficial necessita de ideias bem estruturadas, algo a que muitas vezes não nos atentamos, já que a preocupação desse tipo de texto está focada na utilização das diretrizes corretas.
É importante que órgãos oficiais, que utilizam essa linguagem com frequência, valorizem qualidades textuais como clareza, impessoalidade e objetividade. Isso aumentará a eficiência da redação nas instituições e órgãos públicos, evitando possíveis falhas de comunicação.
Objetivos:O curso oferece aos participantes técnicas para a redação de diversos tipos de documentos (correspondências, e-mails, relatórios etc.), utilizados diariamente nas empresas. Essas técnicas facilitam o processo de produção da comunicação escrita e ainda promovem uma atualização constante dos itens gramaticais primordiais à produção textual.
Metodologia
Metodologia
- Pratica e participativa, utilizando recursos audiovisuais e exercícios individuais.
- Foco em resultados para a realidade especifica da Empresa
Publico Alvo
Pessoas das áreas administrativa, financeira, comercial, contábil, recursos humanos e demais interessados em desenvolver, aprimorar e a redigir suas correspondências oficiais com qualidade.
Carga Horária: 20 horas
Conteúdo Programático:
- Apresentação da metodologia e objetivos
- O processo de comunicação – elementos fundamentais: remetente, destinatário, canal, código, referente, mensagem
- Caracterização do texto técnico-empresarial como o espaço da objetividade e clareza
- Por que é necessário aperfeiçoar a redação?
- Como tornar eficaz a comunicação escrita
- O texto como unidade de sentido
- Os principais problemas de comunicação escrita nas empresas
- O processo de interlocução / argumentação
- Função dos operadores argumentativos
- Problemas de coesão textual
- Problemas de coerência textual
- Sugestões para melhor desempenho na elaboração de textos escritos
- Da organização do pensamento à produção verbal - as diferentes etapas da construção do texto escrito
- Desenvolvimento por hierarquia de argumentos
- Impessoalização do texto - garantia de objetividade e concisão
- Insumos gramaticais - regras básicas para garantir a boa qualidade das redações (leitura, vocabulário, pontuação, ortografia, concordância, regência, colocação pronominal)
- Produção de ofícios, cartas , relatórios, ata, parecer, procuração
COMO CHAMAREMOS DILMA
PRESIDENTE ou PRESIDENTA ???????
As duas formas são aceitas pelos dicionários de língua portuguesa para definir a mulher que ocupa o cargo máximo de um país,no entanto há controvérsia entre gramáticos.
— A mulher está assumindo posições novas na sociedade. Embora se aceite a forma feminina em professora, doutora, juíza, e em outras não, eu defendo uma forma única. É claro que num primeiro momento, nós estranhamos porque é novo, mas é uma questão de hábito. A língua se faz pelo uso. Na medida em que o uso se consagra, a estranheza desaparece.
O professor Adalberto J. Kaspary, autor de Português Para Profissionais, defende o uso da forma comum aos dois gêneros: presidente. Para ele, respaldado pela Academia das Ciências de Lisboa, a palavra presidenta tem uma carga pejorativa. Kaspary, inclusive, aconselhou Ellen Gracie Northfleet, primeira mulher a presidir o Supremo Tribunal Federal, a adotar a forma "agenérica" presidente, isto é, adequada para os dois gêneros e mais formal.
.Normalmente, as palavras que terminam 'nte' não têm variação. O que identifica o gênero é o artigo que precede o termo, como por exemplo, o gerente, a gerente, o pedinte, a pedinte, o presidente, a presidente. O sufixo é originário do latim, do particípio presente, e segue a mesma regra atualmente no português, italiano e espanhol.
A forma presidenta está em todos os dicionários e pode perfeitamente ser usada. Se Dilma fizer questão de ser presidenta, ninguém vai poder contrariá-la. Se ela quiser ser chamada assim, terá todo o direito.
quarta-feira, 27 de outubro de 2010
TODO O MUNDO ERRA ESTA !!!
01. Todo mundo
Todo o mundo erra esta. Todo o mundo precisa saber que o correto é “todo o mundo” em qualquer situação.
Compre tudo à vista, e não à prestação. Como afirmamos, antes de palavra feminina, numa locução iniciada por a, usamos o acento. Por isso é que devemos lavar roupa à mão, ouvir rádio à pilha, escrever à máquina, fechar o portão à chave e, também, matar alguém à bala, praticar atentado à bomba, atirar à queima-roupa. Repetimos: todo a que inicia locução com palavra feminina deve ser acentuado. A única exceção fica por conta de a distância, quando a distância não for determinada. Ex.: Os policiais ficaram observando a manifestação a distância. Havendo determinação, o acento aparece: Os policiais ficaram observando a manifestação à distância de cem metros.
Todo o mundo erra esta. Todo o mundo precisa saber que o correto é “todo o mundo” em qualquer situação.
02. Desculpe a nossa falha
Se você der alguma informação errada em seu blog, não diga “desculpe a nossa falha”. Quem desculpa, desculpa alguém de (ou por) alguma coisa. Então: desculpe-nos pela falha.
Se você der alguma informação errada em seu blog, não diga “desculpe a nossa falha”. Quem desculpa, desculpa alguém de (ou por) alguma coisa. Então: desculpe-nos pela falha.
03.Posso pedir o mais absoluto silêncio?
Não; porque aí há redundância. Em absoluto já existe a idéia de maior, o mais. Por isso, prefira pedir absoluto silêncio, que o silêncio se fará.
Eis outras expressões redundantes: emulsão de óleo, novidade inédita, plebiscito popular, manter o mesmo time, problema individual de cada um. (tautologia)
04. Dou marcha-ré ou marcha à ré?
Dê sempre marcha à ré. Anote mais estas ortografias: alto-falante, alto mar (sem hífen), disco-voador (com hífen), ano-novo (e não: Ano Novo), ano-bom (e não: Ano Bom), papel-almaço, papel-carbono, aeroclube (e não: Aero Clube).
05. Compro tudo a vista ou à vista?Compre tudo à vista, e não à prestação. Como afirmamos, antes de palavra feminina, numa locução iniciada por a, usamos o acento. Por isso é que devemos lavar roupa à mão, ouvir rádio à pilha, escrever à máquina, fechar o portão à chave e, também, matar alguém à bala, praticar atentado à bomba, atirar à queima-roupa. Repetimos: todo a que inicia locução com palavra feminina deve ser acentuado. A única exceção fica por conta de a distância, quando a distância não for determinada. Ex.: Os policiais ficaram observando a manifestação a distância. Havendo determinação, o acento aparece: Os policiais ficaram observando a manifestação à distância de cem metros.
06. Posso namorar com?
Não, prefira apenas namorar: é mais saudável e não compromete a língua. Por isso: Nunca namorei essa garota. (E não: Nunca namorei com essa garota.) Você quer me namorar? (E não: Você quer namorar comigo?)
07. Não viu qualquer ou nenhum risco?
Depois de negativas, emprega-se nenhum: Não viu nenhum risco. Ninguém lhe fez nenhum reparo. Nunca promoveu nenhuma confusão.
08. Meu óculos quebrou ou meus óculos quebraram?
Têm-se vulgarizado no português coloquial brasileiro as formas meu óculos, um óculos, o que constitui discordância de número. Assim, segundo a norma culta da língua portuguesa, são corretas as formas: Meus óculos quebraram; Aquela loja vende uns óculos bons; Encontrou um par de óculos.
09. Sou eu quem pagoou quem paga?
Quem, como pronome relativo, equivale a o que, aquele que. O verbo fica na 3ª pessoa do singular: Sou eu quem paga (Aquele que paga sou eu). Como pronome interrogativo, quem admite verbo no singular ou plural: Quem chegou? Quem são os interessados
Quem, como pronome relativo, equivale a o que, aquele que. O verbo fica na 3ª pessoa do singular: Sou eu quem paga (Aquele que paga sou eu). Como pronome interrogativo, quem admite verbo no singular ou plural: Quem chegou? Quem são os interessados
10. Se você o ver ou se você o vir?
O futuro do subjuntivo (se eu comprar, quando ele for) forma-se a partir do pretérito perfeito do indicativo. Encontra-se o radical do perfeito retirando-se a terminação –ste da segunda pessoa do singular. No caso do verbo ser, o perfeito é fui, fo-ste. Daí o futuro do subjuntivo (quando/se eu) fo-r, (tu) fo-res, (ele) fo-r, (nós) fo-rmos, (vós) fo-rdes, (eles) fo-rem. No caso de ver, o perfeito é vi, vi-ste. Daí o futuro do subjuntivo vi-r, vi-res, vi-r, vi-rmos, vi-rdes, vi-rem. Quanto ao verbo vir, cujo perfeito é vim, vie-ste, o futuro do subjuntivo é vier, vieres... Assim, o correto é se você o vir; quando eu vier; quando ele disser; se eles estiverem.
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